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| A Crise |
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| Quarta, 13 Abril 2011 22:50 |
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A Comissão Justiça e Paz dos Religiosos e a crise A Comissão Justiça e Paz dos Institutos Religiosos, no seguimento do seu Encontro Nacional no passado dia 9 de Abril, centrado na crise que atravessamos, apresenta as suas considerações perante a mesma. - Queremos encarar a crise como uma oportunidade para a criação de uma sociedade mais consciente, mais participativa e mais responsável, partindo do princípio de que o mais importante é o que somos e a forma como gerimos as nossas capacidades e os nossos recursos. - Nessa perspectiva estamos convictos de que, sejam quais forem os esforços exigidos aos cidadãos, é preciso lucidez e determinação para que esses esforços não redundem em meros paliativos para uma doença que precisa de ser atacada nas suas causas. A par do esforço para minorar as dificuldades dos mais fragilizados, importa ultrapassar o mero apoio pontual e consolidar as bases de um futuro de liberdade e autonomia da pessoa. - Constatamos que, apesar de várias expressões de progresso, não se verificou um correspondente desenvolvimento humano. Para tal situação contribuiu uma visão que secundariza o ser da pessoa dando a primazia ao ter. O modelo de crescimento que essa veicula é fomentador de desigualdades crescentes e escandalosas, porque despojado dos valores que enobrecem a humanidade. Mas também olhamos para práticas políticas muito enraizadas e que, nos últimos dias, expuseram ao mundo a sua fragilidade: a agenda partidária tem prevalecido sobre a agenda nacional; o interesse do povo e sobretudo dos mais fragilizados tem servido de bandeira nos discursos, mas secundarizado na prática. Se há lugar para a vergonha não se deve ao pouco que temos, mas sim ao que desperdiçamos. - Manifestamos alegria por algum ressurgir de uma sociedade civil que questiona esse modelo de crescimento e as distorções que provocou; mas preocupa-nos o perigo de algumas oligarquias corporativas que, com o nome do povo e da democracia, buscam mais o interesse pessoal, esquecendo a dimensão da solidariedade e contribuindo para uma vida ainda mais penalizada para os desprovidos de poder. - Na perspectiva de superação da crise há parâmetros que nos parecem indispensáveis: uma vida mais simples, menos dependente das pressões publicitárias viradas para o consumismo, e uma organização mais justa, mais orientada para o cidadão. Essa perspectiva envolve a todos: o Estado com a transparência nos projectos, a verdade nas opções e a avaliação dos resultados; a família que deve ser respeitada e apreciada, sabendo que a sua subalternização a outros valores tem sido causa de muitos desequilíbrios; a escola que não se pode limitar à informação, mas deve educar para a cidadania; a administração pública assumidamente ao serviço do cidadão; passa ainda por uma justiça que, ultrapassando o formalismo, recupera a sua dignidade e promove maior bem-estar porque realizando a justiça real; implica toda a sociedade civil que, quando se vê respeitada mais motivada fica cumprir as suas obrigações e a evitar sistemas alternativos de economia e de participação social. - Estamos convencidos de que ninguém virá resolver os nossos problemas, mas que também nós mesmos temos a capacidade de o fazer. Face às situações cada vez mais gravosas para os fragilizados, ninguém pode limitar-se a dizer que não há solução; perante carências básicas é inaceitável negar o acesso ao mínimo de condições de alimentação e cuidados de saúde, quando ao lado há ostentação e esbanjamento. Isto vale para todos: para os indivíduos e para as nossas comunidades religiosas, paroquiais, instituições, bem como para o Estado; é ele que detém a autoridade e os meios para combater o parasitismo social, o oportunismo egoísta, o novo-riquismo ostensivo e a fuga aos compromissos sociais; fugindo do autoritarismo ele deve ter autoridade que redundará em projectos levados até ao fim. Somos adeptos não da uniformidade, mas da diversidade civilizada e responsável. Os políticos são indispensáveis e é nobre a sua missão, desde que não coloquem o interesse particular acima do colectivo. - Sem soluções feitas, não nos alheamos do contributo a dar para uma sociedade mais feliz, onde o lucro não pode constituir o primeiro e último valor, e louvamos as tentativas de uma economia social e solidária, que fomente relações de proximidade e participação efectiva. Num mundo de todos queremos com todos colaborar para um futuro melhor.
Fátima, 13 de Abril de 2011 Comissão Justiça e Paz CIRP
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