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A janela no muro Versão para impressão
Terça, 20 Julho 2010 21:20

Enquanto uns se esmeram em levantar barreiras, outros procuram construir pontes, ainda que estas não passem de insignificantes frestas nos muros em que alguns acreditam encontrar a solução para os seus problemas. Assim acontece com o muro de 700 quilómetros que Israel está a construir e com a comunidade das Irmãs Combonianas que vivem em Azaria, Palestina. Somos convidados a dar uma vista de olhos nesta realidade, lendo o texto da Ir. Maria José Rodrigues, comboniana, a viver na Palestina.

 

Azaria, nome derivado de Lázaro, é uma cidade na Palestina mais conhecida na Bíblia por Betânia. Ali encontramos a casa dos três irmãos, Maria, Marta e Lázaro,

É nesta localidade que as Irmãs Combonianas têm uma comunidade desde 1966. A casa é um centro de espiritualidade onde recebemos grupos para cursos bíblicos, retiros e outras actividades, como hospitalidade aos peregrinos que vêm a Terra Santa.

Além disso, existe um jardim-de-infância para 55 crianças palestinas dos 3 aos 5 anos de idade. O nosso serviço no campo da educação a este povo de Azaria, na sua totalidade muçulmano e com uma minoria cristã, é muito apreciado e valorizado.

Ultimamente verificámos quanto apreciam a nossa presença e o nosso labor devido à construção do muro de segurança, que Israel fez ao redor da nossa propriedade.

A construção do muro trouxe de tal maneira mudanças, que a nossa casa, que até antes do muro pertencia a Palestina.

20100721_janelaDesde o ano 2000, Israel decidiu construir um muro de segurança ao longo de 700 km. Este muro construído em território palestino dividiu famílias, propriedades e até cidades, isolando-as umas das outras. Uma autêntica prisão com barreiras policiais por todo o lado e com uma constante presença militar israelita.

A construção do muro, que teve início em 2003 perto das nossas instalações, está na sua fase final. Quando nos apercebemos que se aproximava a separação entre a nossa casa e Azaria, contactámos as autoridades israelitas para nos darem a possibilidade de passagem, quer para nós quer para as crianças da escola, familiares e empregados.

A resposta foi negativa, informaram-nos de que a estrada seria completamente fechada e não haveria passagem para ninguém.

Contactámos imediatamente o núncio apostólico, Mons. António Franco e outras autoridades para um outro encontro, assim como também os pais das crianças no sentido de os informarmos da situação em que nos encontrávamos. Ficaram muito chocados mas não desiludidos, pois estavam dispostos a alugar um autocarro para levar as crianças à escola num percurso de 15 km, quando apenas elas necessitam de 5 minutos a pé para chegar ao lugar. Disseram: "Não podemos cruzar os braços perante a opressão de Israel, a vida deve continuar e nós não queremos perder a escola das nossas crianças.

No dia 23 de Setembro de 2009, tivemos finalmente um encontro com o núncio apostólico e as autoridades israelitas. Depois de longa discussão e insistência, permitiram que tivéssemos uma pequena passagem através do muro somente para as crianças. Naquela mesma noite, Israel bloqueou a nossa estrada com grandes blocos de cimento, deixando apenas uma pequena entrada, uma janela no muro.

Desde então, os militares vêm todos os dias às oito da manhã e ao meio-dia para abrir e fechar a "janela" de passagem das crianças, elas passam por aquele buraco para poderem frequentar a escola.

É maravilhosa e extraordinária a perseverança e assiduidade dos pais a enviar os seus filhos nestas condições. Do mesmo modo eles estão muito gratos a nós, Combonianas, por termos obtido com determinação a continuidade da escola.

No território palestino, a vida torna-se quase impossível para muita gente por falta de acesso a outras localidades, falta de emprego, de escolas, de hospitais. O povo sente-se forçado a emigrar. Infelizmente, os cristãos, que são uma minoria, não gozam como as outras pessoas de todos os benefícios e oportunidades numa sociedade muçulmana e judaica.

20100721_azariaA situação política e social obriga-os a emigrar para conseguirem um futuro para os seus filhos. A Igreja local torna-se cada vez mais pobre e com dificuldades de ser fermento e testemunho da Vida e Missão de Cristo naquela Terra tão santa e tão martirizada.

O afluxo de peregrinos a estes lugares é grande e constante e juntamente com a presença de vários institutos religiosos contribui-se para assegurar os direitos de visitar estes Lugares Santos.

Continuamos a percorrer estes caminhos por onde Jesus passou, levando a nossa cruz na esperança que um dia alcançaremos a paz e a unidade.

(Evangelizar Hoje - Julho 2010)

 

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