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Sexta, 01 Janeiro 2010 20:08 |
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O II Sínodo Africano, que decorreu em Roma de 4 a 25 de Outubro e que reuniu mais de 200 bispos africanos, terminou com uma mensagem de denúncia dos males que afectam o continente e de apelo à autoconfiança: «coragem, África, levanta-te»
Apesar dos meios de comunicação social terem passado ao lado do Sínodo Africano, este foi um acontecimento relevante para toda a África. Estavam em discussão assuntos de importância transcendente, como a reconciliação, a justiça e a paz. A Igreja africana, que tem prestado um contributo precioso no desenvolvimento dos seus povos, quer jogar um papel determinante na edificação de sociedades mais fraternas, justas e pacíficas. Para que isto aconteça, é necessário transformar o olhar pessimista e miserabilista sobre África. Reconhecendo os flagelos que afligem o continente e lutando para a sua erradicação, a Igreja alimenta uma visão positiva e cheia de esperança em relação a África. Esta possui riquezas humanas, espirituais e materiais, as quais constituem um verdadeiro património para a humanidade.
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Domingo, 26 Abril 2009 00:00 |
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A segunda edição de “Os Dias do Desenvolvimento”, promovida pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, tem lugar nos próximos dias 28 e 29 de Abril, nas instalações da FIL. Diversas organizações ligadas ao mundo religioso participam no evento. Enquadra-se na promoção dos ODM (Objectivos do Milénio), aprovados na Declaração do Milénio, adoptada no ano 2000 por todos os 189 Estados Membros da Assembleia Geral das Nações Unidas. O dealbar de um novo milénio, com todo o simbolismo que o acompanhava, lançou a Humanidade num processo de cooperação global para uma maior felicidade de todos. Desenvolvimento tornou-se a palavra que exprime esse sonho e o caminho a percorrer para o concretizar.
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Quarta, 18 Fevereiro 2009 23:00 |
É uma tarefa cativante entrar na leitura deste livro.
- É um mergulho numa cultura bem diferente da nossa, que nos mostra a vida humana como muito mais do que aquilo em que nós eventualmente a queiramos encerrar; que a alegria de viver é feita de pequeninas coisas que acabam por dar-lhe uma dimensão quase infinita; que a nossa visão europeia e ocidental, por mais escudada que esteja no conhecimento e na técnica, não tem o exclusivo da sabedoria nem do desenvolvimento; que os afectos, a solidariedade e a compreensão vividos numa família constituem uma riqueza profunda, contrastando com o empobrecimento em que se caiu para estas bandas; é um entrar numa cultura em que a comunidade é percepcionada como algo que protege, dá sentido à vida, mas também responsabiliza. Tudo isso nos faz pensar e nos ensina.
- É um aperceber-se de como se constrói um projecto de totalitarismo e domínio, de racismo e discriminação, que qual bola de neve se torna cada vez maior e mais incontrolável, onde se perde o sentido da dignidade, do respeito, numa palavra, o sentido da pessoa.
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